20 Dec, 2021

Os efeitos do La Niña no Sul do Brasil já trazem consequências para as lavouras de milho e soja A falta de chuvas na Região Sul do País apenas deverá dar uma aliviada no segundo mês de 2022. É o que aponta a equipe de analistas de mercado da Consultoria AgResource Brasil, de acordo com os modelos climáticos mais recentes analisados. Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) dos Estados Unidos, indica uma previsão bastante diferente para o Brasil em janeiro de 2022. Enquanto o Sul do Brasil deve continuar com chuvas abaixo do normal, o Centro-Oeste terá umidade acima da média, afirmam os especialistas da AgResource Brasil. Somente para fevereiro, destaca a equipe da Consultoria, é que há uma expectativa de que a seca dê uma trégua, com exceção do extremo sul do Rio Grande do Sul. Já para o Centro-Oeste, a previsão dos analistas de mercado é existam algumas áreas de precipitação abaixo do normal para o período. No entanto, ressalta a AgResource Brasil, para o mês de março o padrão climático atual deve retornar, com umidade acima da média na Região Centro-Oeste e abaixo da média no Sul. Vale lembrar que o fenômeno climático La Niña já ficou estabelecido nesta Primavera do Hemisfério Sul, e a Organização Meteorológica Mundial (OMM) acredita que deverá permanecer firme neste início do ano de 2022, perdendo força apenas no final do Verão brasileiro. A Consultoria afirma que os efeitos do La Niña no Sul do Brasil, como as chuvas abaixo do normal e as altas temperaturas, já trazem consequências para as lavouras de milho e soja, que nesta semana sofreram redução da porcentagem das lavouras consideradas boas e excelentes e as consideradas ruins foram elevadas, de acordo com levantamento do Deral (Departamento de Economia Rural) do Paraná. Fonte:Agrolink