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CLIMA
Mudança climática representa ameaça significativa ao crescimento global, diz chefe do FMI
13/10/2020 - 09h10min
WASHINGTON (Reuters) - A mudança climática representa uma séria ameaça ao crescimento global, disse a chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI) nesta segunda-feira, ao fazer um apelo aos principais emissores do mundo a concordarem com um piso para os preços do carbono.

A diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, disse a ministros da economia em reunião sobre mudança climática que os países também devem garantir que os investimentos verdes sejam incluídos no dinheiro que estão gastando para conter a pandemia de Covid-19 e mitigar seu impacto econômico.

Ao fazer isso, afirmou ela, poderiam impulsionar o produto interno bruto global em 0,7% em média nos primeiros 15 anos de recuperação.


"Mesmo enquanto estamos no meio da crise de Covid, devemos nos mobilizar para evitar a crise climática", disse Georgieva em uma reunião de ministros da economia de 52 países que trabalham para integrar as mudanças climáticas em suas políticas econômicas.

O grupo, criado em abril de 2019 e liderado pelos ministros do Chile e da Finlândia, realizou um encontro virtual na segunda-feira, paralelamente às reuniões anuais do FMI e do Banco Mundial.

China e Estados Unidos, os maiores emissores mundiais de gases que retêm calor, não fazem parte da coalizão. Juntos, eles respondem por 43% das emissões mundiais.

A evidência é clara: a mudança climática é uma ameaça profunda ao crescimento e à prosperidade. E as políticas macroeconômicas são centrais para a luta contra a mudança climática, disse ela.

Segundo Georgieva, pesquisa do FMI mostrou que medidas estratégicas poderiam ajudar a alcançar emissão líquida zero até 2050, apesar da pandemia, mas é imperativo que os países reservem parte dos 12 trilhões de dólares em estímulos fiscais para investimentos verdes.

A precificação do carbono deve estar no centro da estratégia, disse ela, acrescentando:
É fundamental fazer a implementação certa, inclusive para proteger as pessoas e setores vulneráveis para garantir uma transição justa.

Expressando preocupação de que a estrutura atual do acordo de Paris não proporcionaria a necessária redução de 25% a 50% das emissões na próxima década, Georgieva pediu aos principais emissores que adotem um piso para o preço do carbono, o que poderia abrir caminho para um consenso global.

Surto de desastres naturais cobram um caro preço humano e econômico, diz ONU

GENEBRA (Reuters) - A quantidade de eventos climáticos extremos aumentou dramaticamente nos últimos 20 anos, cobrando um caro preço humano e econômico ao redor do mundo, e devem ser responsáveis por ainda mais estragos, afirmou a Organização das Nações Unidas, nesta segunda-feira.

Ondas de calor e secas serão a maior ameaça da próxima década, com temporadas continuando a crescer devido aos gases que retêm o calor, disseram especialistas.

China (577) e Estados Unidos (467) registraram o maior número de desastres entre 2000 e 2019, seguidos por Índia (321), Filipinas (304) e Indonésia (278), afirmou a ONU em um relatório publicado na véspera do Dia Internacional para a Redução de Risco de Desastres. Oito dos dez países estão na Ásia.

Cerca de 7.348 grandes desastres foram registrados globalmente, cobrando 1,23 milhão de vidas e afetando 4,2 bilhões de pessoas, com perdas econômicas de 2,97 milhões de dólares durante o período de duas décadas.

Secas, enchentes, terremotos, tsunamis, incêndios e eventos extremos de temperatura causaram muitos danos.

A boa notícia é que mais vidas foram salvas, mas a má notícia é que mais pessoas estão sendo afetadas pela emergência climática cada vez maior, disse a Representante Especial para a Redução de Risco de Desastre do Secretário-Geral da ONU, Mami Mizutori, em uma entrevista coletiva.

Ela pediu que os governos investissem em sistemas de alerta e implementassem estratégias de reduções de risco.

Debarati Guha-Sapir, do Centro de Pesquisa em Epidemiologia de Desastres na Universidade de Louvain, Bélgica, que forneceu dados para o relatório, afirmou: ?Se este nível de crescimento de eventos extremos de clima continuar ao longo dos próximos 20 anos, o futuro da humanidade realmente parece desolador?.

Ondas de calor serão nosso maior desafio nos próximos 10 anos, especialmente em países pobres, disse.

O último mês foi o setembro mais quente do qual se tem registro, com temperaturas altas fora do comum na Sibéria, no Oriente Médio e em partes da América do Sul e da Austrália, disse o Serviço de Mudança Climática Copernicus da União Europeia.

Temperaturas globais continuarão a crescer ao longo dos próximos cinco anos e podem temporariamente subir para mais de 1,5 graus celsius além dos níveis pré-industriais, afirmou a Organização Mundial de Meteorologia (WMO, sigla em inglês), em julho. Os cientistas estabeleceram 1,5 graus celsius como o teto para evitar um catástrofe climática.

Por: Virgínia Alves
Fonte: Notícias Agrícolas/Reuters
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