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SAFRA 2017/2018
Primeiras áreas com soja são colhidas, mas chuvas preocupam
05/01/2018 - 08h01min
Produtores de Mato Grosso já iniciaram a colheita da safra de soja 2017/2018. Por enquanto, a produtividade está dentro da média, mas chuvas ainda podem trazer graves prejuízos.

Em Mato Grosso o clima ainda não é o ideal para a colheita da soja, já que as chuvas teimam em cair. Mas, após algumas tentativas frustradas, os primeiros talhões começam a ser colhidos. Ao que tudo indica a produtividade será muito boa.

Após algumas tentativas frustradas pelas chuvas, finalmente o pessoal da fazenda Dona Augusta, no município de Tapurah (MT), conseguiu dar início à colheita de soja. Os trabalhos começaram no final de semana e o pessoal trabalhou pesado para recuperar o tempo perdido.

Se tivesse dado um sol firme, já teria começado a colher antes, mas como choveu direto, está difícil acelerar o ritmo da colheita ou fazer a aplicação de agroquímicos nas variedades mais tardias. Agora é aproveitar os períodos de tempo firme para ir colhendo, conta o sojicultor, Gladistone Dallan.

Apesar do atraso na colheita, a qualidade dos grãos parece muito boa e a confirmação vai aparecendo a cada talhão colhido. O rendimento está indo bem, com umidade de 19% e uma média de uns 50 sacos por hectare, afirma o operador de máquinas da propriedade, Valmi Antônio Bogo.

De outra máquina o resultado é bem parecido. O rendimento está bom sim, aqui deu só 15% de umidade, para esta época está dentro de um padrão esperado. O clima está ajudando, hoje vai dar um dia bom para nós colhermos, a nossa expectativa é de boa produtividade, garante o outro operador Mairon Antônio.

A colheita nesta época é uma novidade na fazenda. Normalmente, as máquinas só iam para o campo a partir da metade de janeiro. A mudança é resultado de um novo planejamento na hora de escolher as sementes.

A semeadura dessa área foi iniciada no dia 16 de setembro. Entramos com uma variedade mais precoce, pensando justamente em tentar fazer uma safrinha depois. E vai dar certo, entraremos com uma safrinha de arroz, já que o milho não está viável, conta Dallan.

Claro, que nem toda a área foi cultivada com a mesma variedade e boa parte ainda é de materiais de ciclos médio e tardio. Com isso, a colheita ainda vai avançar até fevereiro e a previsão segue com chuvas intensas na região.

Com certeza, esse ano estamos acompanhando bem a previsão do tempo e tudo está indicando que não vai ser muito fácil, não. A previsão é de muita chuva, o forte da colheita é a partir do final de janeiro, justamente onde as previsões de chuvas são maiores, diz Dallan.

O produtor Paulo Cezar Galvan também está preocupado com o clima dos próximos dois meses. Apesar do desenvolvimento da lavoura estar dentro do esperado, ele sabe que a intensidade das chuvas fará diferença na produtividade.

De dezembro a fevereiro são meses mais chuvosos e é onde realmente acontece a colheita. No ano passado tivemos problemas de perdas na colheita, o ano retrasado também. Alguns talhões chegamos perder até 30%. Então ficamos contentes com o desempenho das lavouras, mas bastante apreensivos com essas promessas de chuvas que podem nos roubar o produto na lavoura, conta Galvan.

Segundo o ex-presidente da Aprosoja-MT, Endrigo Dalcin, mais uma vez esta será uma safra de grande esperança para os produtores, já que as lavouras estão indo bem, e a perspectiva é de boa colheita.

O preocupante é que como a safra se concentrou muito no plantio, também irá se concentrar na colheita. Teremos um período muito curto para colher tudo e, se a chuva continuar, poderemos ter sérios e graves problemas quanto a qualidade do produto. Isso sem falar nas estradas usadas para o escoamento da soja, com os tradicionais atoleiros, tudo isso é possibilidade, diz Dalcin.

Por: Pedro Silvestre
Fonte: Canal Rural
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